domingo, 19 de agosto de 2007

"Barquinho" de óleo...

Penso que a QUARPESCA deveria levar a cabo uma acção de formação relacionada com a preservação do ambiente e sustentabilidade dos recursos marinhos. Alertando os pescadores para o mal da poluição...

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Este pequeno "barquinho" andava às voltas perto da embarcação do meu Pai, achei que seria indicado apanhar a porcaria dos outros e levar para o contentor dos óleos. Tudo isto só para demonstrar a falta de civismo de alguns pescadores, com estas acções acabam por contribuir para a destruição do habitat das espécie que apanham, depois vem queixar-se para a comunicação social que já não há peixe como antigamente.

sábado, 18 de agosto de 2007

Cheerleaders...



Trabalho de Educação física dos alunos do 12ºA da escola Drª Laura Ayres de Quarteira Grupo: Ana, Filipa, Liliane, Mélissa e Soraia.

É bom ver a juventude levar a cabo este tipo de actividade, mas custa-me que os nossos jovens estejam a ser engolidos pela cultura "sonhadora" Americana. Porque razão não se aposta no folclore das terras, reviver danças e musica...

Go go go!!! CheerLeaders!!!


quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Esfaqueamento no Largo Poetal Pardal...

Ao fim da tarde de Quarta-Feira dia 15 de Agosto por volta das 19:45, o Largo Poetal Pardal em Quarteira foi abalado pelos gritos de um individuo de nacionalidade Ucraniana, que após um longa discussão com outro e também de mesma nacionalidade acabou por ser esfaqueado.

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Pelo que o CDA conseguiu apurar, o homem foi esfaqueado no braço direito e abdómen. Valeu a rápida intervenção do INEM, que por volta das 20:00 já tinha a vitima estabilizada. O atacante esse pôs-se em fuga.

Assim foi mais um dia em Quarteira.

Lava-pés à entrada das Praias de Quarteira - Cuidado...

Esta questão dos lava-pés encontra-se cada vez mais engraçada, há quem diga que uma lavagem faz cair as unhas dos pés.

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Mas depois de olhar para estas imagens... Não sei... A água à superfície pode estar no estado em que está, mas no fundo é questionável porque não estamos lá para ver, penso que esta situação dá um grande mau aspecto, já que não existe ninguém encarregado da limpeza do porto de pesca.

Mais um episodio desta saga dos lava-pés.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

CDRQuarteirense Atletismo - 21ª Corrida da Baia de Monte Gordo.

CDRQuarteirense Atletismo, esteve presente na 21ª Corrida da Baia de Monte Gordo.

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No passado dia 13 de Agosto, a equipa de fundo do CDRQ quebrou o "defeso" e rumaram a Monte Gordo. Individualmente os nossos atletas conseguiram destacar-se; Francisca Farrajota foi a 1ª Júnior e 5ª feminina da Geral, Inocêncio Machado foi 4º M45, Artur Domingos foi 5º M40, Leonardo Lopes foi 5º M35, José Duarte foi 32º M35. Na classificação por equipas, CDRQ consegue alcançar o 5º lugar, 1ª CBF, 2ºEquipa Espanha, 3º Equipa de Espanha, 4ª equipa o OCL, CDRQ foi 5ª equipa a 2 pontos da 4ª e com 3 de vantagem sobre o CRAlturense.

Outras Informações;

A prova foi ganha pelo Paulo Guerra da Conforlimpa, 2º Manuel Ferraz CBF, 3º Igor Timbalari do CDR Areias S. João na geral os nossos atletas entraram em: 20º Leonardo Lopes, 26º Inocêncio Machado, 32º Artur Domingos, 172º Francisca Farrajota e em 217 José Duarte, terminaram 303 atletas.

Mais uma prova que correu razoavelmente bem para o CDRQ Atletismo, afirma que esta equipa é uma das potencias do Atletismo Algarvio.

Cartoons da Avozinha - Vingança de Torga...

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sábado, 11 de agosto de 2007

JSD Loulé - Torneio do Pontal...

Os nossos amigos social-democratas Louletanos desceram às praias de Quarteira para levar a cabo um torneio de volei que tinha como objectivo aproximar a juventude de Quarteira da JSD Loulé e de convívio para os "Jotas" em férias vindos dos vários cantos do país.

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Afluência não foi a melhor, mas foi o suficiente para prosseguir com o torneio, mais uma actividade desportiva levada a cabo em Quarteira. Mas é de estranhar o facto da JSD Loulé ter manifestado este interesse repentino em Quarteira...

Veremos o que vão fazer no futuro.


É o 2 em 1....

Pensei que seria interessante colocar "isto" no blog, sem dúvida, aquela é uma zona esquecida da Cidade.

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Rua Quarteira Norte, parece que esteve em guerra, a pedra que assinala o nome da rua no estado em que se encontra, aquela tampa de esgoto que é só ferros... Está complicado, isto é um 2 em 1 espectacular.


Porto de Quarteira - Arranjos...

Num tópico anterior, o CDA deu a conhecer as condições de algumas plataformas no Porto de Pesca de Quarteira. Na plataforma de descarga, encontravam-se algumas tábuas soltas e em falta que poderiam ser perigosas para as pessoas.

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Prontamente a plataforma foi reparada.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Feira do Livro e Artesanato de Quarteira...

No passado dia 8 de Agosto, o Calçadão encheu perante um mar de gente que deslocou-se até à Feira do Livro e Artesanato de Quarteira. Mas este ano temos duas novidades, uma delas, que deixou o CDA muito contente, foi o nosso artista da terra Rui Carvalho ter conseguido uma barraquinha para expor as suas obras, o projecto "Boa Onda" do Bairro da Abelheira que também apresentou a sua barraquinha ao bom estilo do "Boa Onda".

Algumas fotos da barraquinha de Rui Carvalho e o seu trabalho em mandeira;

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Barraquinha do projecto "Boa Onda";

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Embora a barraquinha do "Boa Onda" esteja um pouco afastada da acção principal, penso que terá sucesso e que ainda vai conseguir alguns €€€ para ajudar o projecto, o CDA teve o prazer de ajudar e deixou uma menina muito contente com o anel de missangas que lhe ofereceu.

Assim foi o primeiro dia da Feira do livro e artesanato de Quarteira.

7 Maravilhas da Avozinha - A Grande Maravilha de Quarteira!!!

A Grande Maravilha de Quarteira

"Igreja Velha"

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Fonte:http://alunos.lis.ulusiada.pt/11103197/paginas/acessoria.htm


Os Quarteirenses decidiram e assim foi!!! A Grande Maravilha de Quarteira é a Igreja Velha de Quarteira! Assim chegamos ao fim desta votação das maravilhas de Quarteira, quem sabe num futuro próximo se venha a fazer as 7 Personalidades de Quarteira.

Obrigado pela vossa participação.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Mercado Negro do Peixe - Onde anda a ASAE?


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Onde anda a ASAE? Qualquer sujeito pode chegar ao local, monta uma banca na berma da estrada, com um chapéu de sol, alguns peixes que compram aos espanhóis pela manhã e ficam ali no sítio até às 12:00.

Alguma coisa não está bem...

terça-feira, 7 de agosto de 2007

JSD Loulé - Torneio do Pontal 11 de Agosto...

"TORNEIO DO PONTAL – VOLEI DE PRAIA EM QUARTEIRA

A JSD de Loulé organiza, no próximo sábado, 11 de Agosto, um torneio de voleibol de praia no areal da praia de Quarteira, em frente ao mercado da fruta, denominado Torneio do Pontal. Tendo em vista a promoção da Festa do Pontal, que no dia 14 de Agosto vai juntar inúmeros sociais-democratas no calçadão de Quarteira, esta iniciativa é igualmente importante para a confraternização dos militantes da JSD de todo o país que neste momento se encontram de férias no Algarve. Esta iniciativa, estará aberta ao público para equipas de quatro elementos, mistas ou não, de onde sairão os grandes vencedores, premiados com fantásticos prémios. As inscrições poderão ser feitas no local (no areal da praia junto ao mercado da fruta). O torneio tem início às 14h00 e prolongar-se-á pelo resto do dia, levando muita diversão à movimentada praia de Quarteira. JSD Loulé"
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JSD Loulé lembrou-se que Quarteira existe? Parece que sim... É bom ver este tipo de iniciativa por parte de uma juventude politica que afinal nem é de Quarteira. Mas é importante frisar o papel de outras juventudes como JS Quarteira que também fazem um trabalho exemplar no que toca a actividades desportivas. Mas uma certeza podem ter... O Café da Avozinha vai estar presente!

Para Quarteira sempre mais e melhor!

Cartoons da Avozinha - Calor??? Não... É boato!!!

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segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Voltou de Angola numa traineira...

No dia em que devia embarcar no navio ‘Uíge’, fugido às perseguições aos brancos de Luanda, Florindo Bota mudou de ideias: pegou no seu pequeno barco de pesca e voltou a Portugal pelos próprios meios. Passou 33 dias no mar, dos quais 31 em rota, lutando contra os temporais e a iliteracia. Foi pescador toda a vida e sempre trabalhou na mesma traineira que trouxe de África. E, quando se tratou de comprar uma nova embarcação, deu-lhe o mesmo nome: ‘Marlene’ – o nome do barco que lhe dera a liberdade e o sustento.


A história de um homem confundindo-se com a história de um barco. No Verão de 1975, Florindo Cláudio Bota, pescador e emigrante em Angola, decidiu fugir de uma forma inusitada às perseguições que se acentuavam sobre a população branca na recém-proclamada República Popular de Angola: ao leme do seu pequeno barco de pesca, uma traineira em ponto pequeno, com escassos 10,40 metros de comprimento e 85 cavalos de potência, sem cozinha nem casa de banho. Passou 33 dias no mar, enfrentou nortadas, perdeu-se várias vezes, esteve perto de sucumbir à fome e à sede – mas chegou.

Os românticos veriam nessa sua viagem louca a metáfora perfeita para o fim do Império: partimos em pequenos barcos no século XV, num pequeno barco voltámos mais de 500 anos depois. Ele não. Olha distante, sobranceiro, e remata como que num ralhete: “Salvei a minha enxada.” O ‘Marlene’ – assim se chamava a traineira – haveria depois de acompanhá-lo durante mais de vinte anos em Portugal, primeiro no arrasto na Costa de Caparica e depois na arte do certo no Algarve. Com ele garantiu Florindo o sustento da família e nele se fizeram homens os seus dois filhos, hoje também pescadores. E, quando finalmente se desfez dele, há oito anos, foi como se separasse de um familiar.

Em 1974, com o 25 de Abril, a espada de Dâmocles ergueu-se sobre as cabeças dos antigos colonos do Ultramar português. Mais cedo ou mais tarde teriam de regressar à Pátria. “Em 1975 a situação complicou-se”, recorda Florindo Bota. “Éramos maltratados, havia perseguições. A minha mulher chegou a ir à pesca comigo, para o mar alto, só para não ficar sozinha em casa com as crianças.” Decisão inevitável: voltar a Portugal. Nascido em Quarteira, no Algarve, Florindo nascera pescador e decidira mudar-se para Angola logo a seguir à tropa, aproveitando a presença de vários irmãos da mulher em Luanda. “Vivíamos na ilha. Embora hoje se tenha uma vida melhor em Portugal, naquela altura vivíamos melhor do que em qualquer momento até então”, conta. “A pesca era perigosa: fazíamos arrasto de camarão, o mar era traiçoeiro e passávamos duas a três horas por dia a puxar as redes sem qualquer defesa. Mas ganhávamos dinheiro e dávamo-nos muito bem com os africanos. Tivemos pena de vir embora.”

Em Abril, os dois filhos mais novos, um rapaz nascido ainda no Algarve (Aurélio) e uma rapariga nascida já em Luanda (Sónia), voltaram de avião com uma tia. A 24 de Agosto partiria de Luanda o navio ‘Uíge’, carregado de retornados – e então Florindo, a mulher (Olávia) e o filho mais velho (Álvaro) voltariam com eles. Os bilhetes estavam comprados. Poucos dias antes do embarque, porém, Florindo Bota mudou de ideias. “Disse à minha mulher: ‘Vou no barco. Ou chegamos lá os dois ou não chega lá nada.’” Olávia e Álvaro partiram no dia combinado. Florindo foi comprar mapas, pedir indicações sobre rotas e fugiu nesse mesmo dia para o mar. “Comprei as cartas à Marinha portuguesa e depois fui ter com o comandante do navio ‘Uganda’, da Sociedade Geral, que me desenhou os rumos e ainda me escreveu três folhas à máquina, com indicações. Eu leio mal, porque nunca fui à escola, mas o que tinha aprendido na tropa chegava para perceber aquilo. Deixei-lhe os meus dois cães, o ‘Rover’ e a ‘Boneca’, dois pastores-alemães. Gostava muito de reencontrar um dia esse comandante ”, conta Florindo.

“Entretanto, o MPLA viu que eu tinha o barco cheio de gasóleo e começou a fazer perguntas. Tive de sair para o mar imediatamente. Levei um africano que trabalhava há nove anos comigo na pesca, o Gabriel. Era da UNITA e estava a ser perseguido. Veio até Portugal. Da última vez que o vi estava a trabalhar numa casa dos Comandos, perto de Faro. Estava muito em baixo. Penso que está num lar qualquer ”

Durante dois dias ao largo de Luanda, Florindo veio a receber a companhia de outros três homens, um cunhado e dois amigos algarvios, cada um no seu barco – e nenhum dos barcos com mais de 13 metros. A 26, a caravana parte em direcção a Portugal. Só Florindo tinha as rotas e era ele quem vinha à frente. No mapa, o capitão do ‘Uganda’ havia desenhado um trajecto de 27 dias: onze dias até à Costa do Marfim, a direito, cortando o Golfo da Guiné; seis dias ao largo da costa até Dacar, no Senegal; quatro dias no sentido de Vila Cisneiros, no Sara espanhol; dois dias em direcção às Canárias; e, finalmente, quatro dias até ao Algarve. “Demorámos 31, porque tivemos várias chatices e contratempos. Em frente à Serra Leoa, apanhámos um temporal e perdemo-nos todos uns dos outros durante três dias e três noites. Um dos barcos avariou e teve de vir a reboque. Outro ficou sem luz. A partir de certa altura, viemos todos atados por cabos, em comboio”, conta.

As três folhas dactilografadas pelo comandante comercial viriam a ser essenciais: um pequeno memorando com rotas, localização de faróis e baixios perigosos, tempos limite para cada etapa e regiões onde deveriam ser encontrados outros pescadores – e um sem número de chamadas de atenção a vermelho, referentes aos maiores perigos, com desenhos e tudo. “Chegámos a pensar que não conseguíamos. Mas depois parámos no Cabo Branco, para abastecer, e encontrámos o grande navio de pesca ilha de Santa Luzia. Fomos a bordo comer uma refeição quente, pois estávamos esfomeados. E o capitão decidiu abortar a missão de pesca a escoltar--nos até ao Algarve. A partir daí, viemos bem.”

Do Santa Luzia, Florindo mandou à família um telegrama. “Suspiraram de alivio. Já esperavam o pior”, recorda. “E chegámos bem. Magros, muito barbudos, mas nenhum doente.” E Florindo continuou pescador. “Hoje, infelizmente, a pesca já não dá nada. Não é rentável. Tenho seis netos e fico muito contente por estarem todos a estudar. O peixe é pouco, tirar uma cédula marítima é o cabo dos trabalhos, não há fábricas – isto não é vida para ninguém”, diz. “Mas ainda tenho saudades do mar e, apesar de estar reformado, de vez em quando ainda lá dou um salto. Trabalho com os meus filhos e, normalmente, fico no armazém a tratar das redes. Sempre com saudades.”

Na sua casa de Quarteira, as cartas marítimas e o memorando do capitão do ‘Uganda’ continuam guardados, tentando resistir à traça. Na sala, sobre a lareira, destaca-se uma foto do ‘Marlene’, com Florindo ao leme, já nos anos 80. “Chamámos-lhe ‘Marlene’ porque tínhamos um amigo a quem o Registo Civil impedira de dar esse nome à filha, dizendo que era francês”, conta. “Mas o nome era o menos. Cheguei a fazer 70 horas seguidas ao leme, a comer conservas e bolachas de água e sal. E isso nunca se esquece...”

MARLENE, ÁLVARO E AURÉLIO

Há oito anos, beneficiando dos incentivos do Estado, Florindo Bota abateu o ‘Marlene’. “Precisávamos de um barco maior, por causa dos meus filhos. E mandámos construir um, a que também chamámos ‘Marlene’: uma traineira com 14,60 metros, motor de 190 cavalos – e já com cozinha, casa de banho e TV”, conta. Problema: desmantelar o barco original. “Custava-nos muito. Era um membro da família ” E então, como que por milagre, dois pescadores de Setúbal candidataram-se à sua compra. “Um barco abatido com subsídios só podia ser vendido para o estrangeiro. Mas era para o estrangeiro que eles o queriam. Precisamente para Angola, de onde o ‘Marlene’ vinha. E, agora, imagine-se: os dois homens chamavam- -se Álvaro e Aurélio, exactamente os nomes dos meus filhos. Incrível: o ‘Marlene’ voltava para Angola, com dois homens de nomes iguais a dois rapazes que se tinham feito homens nele”, lembra. “Vendemo-lo barato, mas até dado o levavam. Foi um alívio encontrá-los

FICHEIRO RNH Nº10

Nome: Florindo Cláudio Bota

Idade:66 anos

Naturalidade:

Quarteira

Profissão: pescador reformado.

in, Jornal Voz de Quarteira

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Não é preciso ser pescador ou filho de pescador para perceber o que este homem e outros que o acompanharam fizeram, gentes de Quarteira que sempre foram pescadores foram para terras distantes e em barquinhos de 10 metros encontraram o caminho de volta para a sua terra por mar.

Já me tinham contado isto, mas agora ao ler fiquei extremamente comovido.

O bom filho à casa retorna!

domingo, 5 de agosto de 2007

Projectos de Tawny Gray - Colossal...

Twany Gray apresenta ideias muito interessantes para certas zonas da Cidade de Quarteira.

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Fonte: Twany Gray

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Fonte: Twany Gray

Ideias demasiado "colossais" para os nossos Autarcas, mas sem dúvida que embelezariam ainda mais a nossa terra.

sábado, 4 de agosto de 2007

Feira do Livro e do Artesanato de Quarteira - 8 de Agosto...

"Feira do Livro e do Artesanato de Quarteira

Quarteira prepara-se para receber mais um evento de Verão, com a Feira do Livro e do Artesanato que se inicia dia 8 de Agosto, na Avenida Marginal.

Com a organização da Câmara Municipal de Loulé, pela Divisão de Biblioteca e Arquivo Municipal, pela Divisão de Turismo e pela Junta de Freguesia de Quarteira, esta feira contará com a presença de 33 pavilhões que representam cerca de 60 editores, 47 expositores de artesanato, bem como 12 expositores do sector agro-alimentar, onde não faltarão os tradicionais doces e licores regionais, bem como os frutos secos e compotas.

A Biblioteca Municipal de Loulé também estará presente, com 2 pavilhões onde o público terá acesso a diversos serviços e actividades. Entre elas, leitura de presença, acesso ao catálogo informatizado, leitura de periódicos, actividades de promoção do livro e da leitura e outras actividades destinadas ao público infantil. Destaque para o teatro de rua, actividades de leitura sobre diversas obras ou as sessões de autógrafos com os escritores José Luís Peixoto ou Maria de Jesus Bispo.

A Feira do Livro e do Artesanato de Quarteira decorre de 8 a 19 de Agosto, das 19:00 horas às 24:00 horas, exceptuando ao fim-de-semana em que a Feira se prolonga até à 01:00 horas.

in, Região Sul, 26 julho 2007"

Graffiti... Arte ou Vandalismo?

Nos tempos que correm, esta forma de expressão, esta chamada "Arte Urbana" tem preenchido com motivos algo elaborados ou menos elaborados as paredes frias das nossas cidades, segundo a ideologia de alguns writers. Em Quarteira, podemos encontrar locais repletos de graffitis de grande qualidade, outros que contribuem para a má imagem e degradação de certas zonas.

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Sinto que este problema, não foi ainda abordado da melhor maneira possível pelos nossos Autarcas. Todos os dias assistimos ao vencer do graffiti sobre zonas que nunca tiveram contacto com ele. Não pretendo com isto condenar a arte, simplesmente pretendo que sejam estudadas soluções para que estes jovens se possam expressar à vontade sem danificar/vandalizar propriedade pública e privada.

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Perto do túnel da escola D.Dinis, podemos encontrar graffitis maravilhosos que demonstram a mestria de muitos writers, mas fazem-no em espaço próprio logo não existe problema. Contudo, seria de bom senso fornecer mais espaços unicamente virados para o graffiti evitando assim muito do vandalismo que todos os dias presenciamos.

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Quarteira é sem dúvida um destino turístico muito apetecível para o Português, o turista não vem cá para ver graffitis como vê todos os dias na sua terra, penso que Junta/CML, deveriam de levar a cabo campanhas de sensibilização para com o graffiti. Graffiti é arte, então nós vamos fornecer espaços e técnicos que façam a catalogação das obras. Quem sabe, no Algarve serem pioneiros desta nova mentalidade. Acompanhando, deste modo os writers seria possível diminuir em muito o vandalismo pois passariam a ter locais apropriados para expressarem-se.

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Muitas vezes sou levado a pensar que existe uma preocupação com a imagem de Quarteira, mas somente a nível de praias. Será que o interior de Quarteira não conta? É agradável entrar numa avenida e olhar para o lado direito e numa fila de prédios só se ver graffitis sem qualquer estética a dar as boas vindas às pessoas? Penso que este é um assunto muito pertinente e gostaria de ler as opiniões dos nossos utilizadores.


Cartoons da Avozinha - 2007 - A Conquista do Paraiso

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sexta-feira, 3 de agosto de 2007

"Fonte de alimentação" dos Lava-pés...

Como sabem o CDA recentemente publicou uma pequena noticias dando a conhecer as novas condições à entradas das praias de Quarteira. Até teve o direito de ser chamada de inovação!!! Mas devido a uma dica de um utilizador, venho a descobrir que o sitio onde vão retirar a água para utilização dos veraneantes não é a mais indicado. Poderá a seu tempo transformar-se num mal agressivo á saúde dos veraneantes que venham a usufruir dos lava-pés. Esta água irá ser retirada do Porto de Pesca de Quarteira.

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Nesta imagem podemos encontrar o tubo que vai transportar a água, mesmo ao lado da plataforma de descarga utilizada pelos pescadores. Aposto que o fundo deve de encontrar-se muito limpo...

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Penso que este seja o tubo que vai alimentar os lava-pés ao longos das praias.

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Nesta imagem podemos encontrar o quadro da bomba, as obras avançam a bom ritmo, na esperança dos novos equipamentos funcionarem ainda no mês de Agosto.

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Como Quarteirense sinto-me ofendido, certo que vai servir unicamente para lavar os pés, brinquedos, chinelos e não para consumo. Mas se por acaso encontra-se algum agente poluidor e quem sabe corrosivo e possa causar danos na pele Humana como será? Penso que esta é uma jogada um pouco perigosa. Mas se avançaram com a obra foi porque os estudos revelaram que a água estaria boa para utilização. Isto é muito discutível... Não obstante, o facto de talvez não ser esta a bomba que vai alimentar os lava-pés e este post acaba por ser uma grande mentira. Vamos estar atentos e ver o desenvolvimento da coisa, para ter de futuro mais certezas.

Se a realidade for realmente essa, isto pode denegrir em muito a imagem das nossas praias e da nossa autarquia, envergonhando a nós Quarteirenses e os apologistas das "Praias de Loulé".


quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Ramo de árvore cai na Rua Vasco da Gama...

Alguns dias atrás, na Rua Vasco da Gama em frente ao Centro Autárquico em construção, um ramo com alguma dimensão caiu e poderia ter causado estragos ou até magoado algum transeunte. Como podemos ver nestas imagens, a situação foi rapidamente resolvida (o que é de admirar).

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Acaba-se por voltar novamente ao assunto das árvores, algumas já têm alguns anos de existência muitas vezes quando a falta de água é muita, estas deixam cair ramos para conseguir sobreviver, no fundo é um mecanismo da natureza. Ainda bem que ninguém ia a passar na altura quando se deu a queda.

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Apostando na prevenção, podemos observar que os responsáveis pelo ambiente optaram por cortar alguns ramos que se encontravam numa posição perigosa para o transeunte, deste modo evitar que algo do género venha a acontecer num futuro próximo.

Assim se vive Quarteira.

Grandes Derbys do Concelho!!!

"1º Torneio Loulé Concelho em futebol

O futebol sénior marca presença no Estádio Algarve, no dia 11 de Agosto, com a primeira edição do Torneio Loulé Concelho, promovido pela Autarquia. Louletano, Quarteirense, Almancilense e Campinense são os clubes participantes."




in, CML,Sexta, 27 Julho 2007

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Quando os grandes do Concelho se juntam esperam-se sempre grandes jogos e como sempre a rivalidade vai estar à flor da pele!

Força Quarteirense!!!

Lava-pés à entrada das Praias de Quarteira...

Uma inovação que demonstra o quão imperioso para Quarteira é o bem-estar do turista que a visita, usufrui das suas praias, instalações balneares, os novos lava-pés. Penso que é de senso comum, que existam chuveiros (que estão em falta), lava-pés e instalações sanitárias (praça do mar). Mas este é um caso especial e seria incurioso se não mencionasse também a população residente, que usufrui igualmente da praia.

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O propósito da CML ao mandar colocar estes lava-pés a meio da época balnear, deve-se ao facto da Praça do Mar ser utilizada como lava-pés. Ninguém quer levar areia para casa, penso que não é do interesse dos nossos Autarcas ter uma situação semelhante a de Benidorm, em que toneladas de areia são acumuladas todos os anos nos esgotos.

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Ainda não entraram em funcionamento, mas penso que falte pouco para as pessoas começarem a deixar a areia na praia , não na Praça do Mar e nem a levar para casa. Só falta mesmo é os chuveiros, que nas praias de Vilamoura existem e em Quarteira nem por isso.


quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Porto de Pesca de Quarteira é perigoso!!!

Penso que a todo o profissional agrada-lhe a ideia de segurança no trabalho e faz questão de a ter. Penso que os Pescadores são profissionais da pesca e que a segurança na sua actividade não deveria de estar somente restrita à sua embarcação, mas abrangendo também o porto de pesca. Embora tenha sido aprovada a verba para os acabamentos no porto de pesca, muito terá que ser restaurado, anos de actividade piscatória têm levado certas plataformas à quase destruição.

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Nestas imagens só me vêem algumas ideias á cabeça, mau ambiente de trabalhado, perigo e degradação. Não existem barracas para guardar redes, nem existiu a preocupação ao longo destes anos todos em que o porto de pesca foi aberto aos pescadores, de tentar remediar a situação, com contentores ou outro tipo de solução... Cabos, defesas de maneira soltas, o pior cenário possível...

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Indiscutível o facto, o grande perigo encontrar-se nos acessos ás plataformas e nas próprias. Penso que estas fotos são esclarecedoras da situação que infelizmente é no porto de pesca. Acredito que a Quarpesca faz tudo o que pode para melhores condições, penso que o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), deve de continuar a receber o dinheiro da renda da Nossa Senhora da Conceição e o Poder Central que finalmente resolva a situação. Vamos esperar por Setembro e ver se as obras começam...